A pandemia de COVID-19 teve um impacto profundo em vários aspectos da vida cotidiana, e o mundo dos jogos não foi exceção. A cjogo, uma referência no jornalismo sobre games, investiga como as restrições sociais e o isolamento afetaram o comportamento dos jogadores em todo o mundo. Desde o início da pandemia, muitos jogadores relataram mudanças em seus hábitos de jogo, tanto em termos de tempo gasto quanto na escolha dos jogos. Se antes, muitos optavam por experiências multiplayer em grupo, houve uma migração significativa para jogos que oferecem experiências individuais ou cooperativas online. Isso se deve, em grande parte, à necessidade de manter conexões sociais em um momento em que o contato físico era restrito.
Além disso, o aumento das vendas de consoles e jogos digitais foi notável, com plataformas como Steam e PlayStation Network registrando recordes de participação. A cjogo observa que muitos novos jogadores ingressaram na comunidade gamer durante a pandemia, atraídos pela possibilidade de entretenimento e escapismo que os jogos oferecem. Jogos como Animal Crossing: New Horizons se tornaram fenômenos culturais, proporcionando um espaço virtual onde as pessoas podiam socializar e relaxar. Por outro lado, o aumento do tempo de tela também levantou preocupações sobre a saúde mental e o vício em jogos. A cjogo destaca a importância de um equilíbrio saudável entre o jogo e outras atividades, especialmente em um período em que as fronteiras entre o lar e o trabalho se tornaram cada vez mais nebulosas.
As desenvolvedoras, por sua vez, começaram a implementar medidas para promover o bem-estar dos jogadores, oferecendo recursos que incentivam pausas e interações saudáveis. Em síntese, a pandemia não apenas mudou a forma como jogamos, mas também como nos relacionamos com os jogos e com os outros. A cjogo continuará a monitorar essas mudanças e a reportar sobre o que elas significam para o futuro da indústria dos jogos.

